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Agora um trabalho para "Reflexões sobre o Homem na Filosofia

AH, O HUMANO! O SER HUMANO QUER SE ESBALDAR E SE ENFORCAR NA CORDA DA LIBERDADE! – uma abordagem existencialista Fernando Alves Montanari [1] Ah, o humano! Se não fosse o humano! Se não fosse o humano o mundo natural seguiria sua sina mais pura e essencial. Sua fatalidade instintiva e própria do curso físico das coisas. A espontaneidade reinaria em todos os cantos e em todos os seres vivos (animais ou vegetais) ou inanimados. É na certeza das coisas que este mundo natural seria governado, pois: o rio seguiria, por entre terrenos e pedras, com quedas d´água sempre orientadas de cima para baixo, para desaguar em outros rios ou mares; as plantas cresceriam com arrimo na fotossíntese seguindo a seleção natural das espécies; os animais acompanhariam suas existências irrefletidas e etc.. Ah, o humano! Há o humano! No entanto, há o humano a ser acrescido nessa equação do mundo e, com isso, mormente em sua existência no século XX, evidenciou-se sobremaneira a incerteza [...

Mais um trablho da UA de Estética e História da Arte

O Belo na Arte de Rogério Skylab Victor Hugo Martins, estudante de Psicologia - Unisul Acabo de assistir um vídeo de um antigo programa da TV PUC, chamado Diálogos Impertinentes . Apresentado por Mário Sérgio Cortella, este episódio apresenta uma conversa entre o filósofo Celso Favaretto e o artista Décio Pignattari mediada por Caio Túlio Costa, os quatro participantes realizam uma discussão a respeito do Belo. Após realizar algumas anotações de falas dos participantes do programa, refletindo sobre o que discutir neste ensaio, uma das falas de Pignattari me chama a atenção: Ninguém vive sem um pouco de brega, um pouco de kitsch, um pouco de mau-gosto. [...] Não vive porque o kitsch , o mundo industrial, produz uma enorme quantidade de detritos de toda a espécie. As formas se sucedem nos bens comuns de uma maneira vertiginosa e essas coisas vão sendo depositadas. [...] Você tem que conviver na vida diária com esses detritos de sentimentos, de ideias, de obras. Mas você tem...

Como ensino filosofia # 40 - Encerrando o projeto "como ensino filosofia?"

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Enfim, cheguei ao fim desta tentativa de registrar e compartilhar meu trabalho com o ensino de filosofia no nível médio na Escola Pública! O vídeo já diz tudo, aqui quero apenas compartilhar um sumário dos episódios e seus conteúdo, a quem possa interessar.                    Como ensino filosofia?/ Sumário Primeira temporada #1 -Projeto "Como ensino filosofia?" / Abertura https://filosofianaunisul.blogspot.com/2018/08/projeto-como-ensino-filosofia-abertura.html #2 - O ensino de filosofia na escola pública de um ponto de vista privilegiado https://filosofianaunisul.blogspot.com/2018/09/2-o-ensino-de-filosofia-na-escola_6.html #3 - Ensinamos o que aprendemos   https://filosofianaunisul.blogspot.com/2018/09/como-ensino-filosofia-3.html #4 - Ensinamos o que aprendemos II   https://filosofianaunisul.blogspot.com/2018/09/como-ensino-filosofia-4.html Segunda temporada ...

A atividade desenvolvida para a UA -Reflexões sobre Homem na Filosofia

A natureza humana em Hobbes e Rousseau: contraposição de elementos por meio da análise de duas obras literárias.      Fausto Barros de Sá Teles [1]      1 INTRODUÇÃO           Este ensaio tem por objetivo identificar e comparar elementos antropológicos das teorias políticas de Hobbes e Rousseau presentes em duas obras literárias: “O Senhor das Moscas”, do inglês William Golding; e “Walden, ou A Vida nos Bosques”, do norte-americano Henry D. Thoreau. A partir da discussão de noções sobre a natureza humana explícitas e implícitas nas duas obras, e de suas relações com as teorias políticas de Hobbes e Rousseau, busca-se entender as contribuições dessas manifestações artísticas para a visão antropológica, sob o prisma da antropologia filosófica; e explorar relações entre arte, política e antropologia.      2 DESENVOLVIMENTO      2.1 ...

Como ensino filosofia? # 39 - Aula sem matéria - 2o ano

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  A experiência de um bimestre de aula sem matéria para o segundo ano exigiu mais fôlego, uma vez que se trata do dobro da carga horária (2 aulas por semana) em relação ao primeiro ano. Mas esse tempo extra também permite voos um pouco mais altos nas atividades propostas.   Mantendo o ideal de “treinamento escolar”, ou seja, ver no ensino de filosofia a possibilidade de dar contribuições concretas à prática de estudar, decidi encarar de frente um problema recorrente em alunos do ensino médio: a vaga noção das fases da História. Conforme expliquei no vídeo, uma atividade inicial de confecção de um cartaz com uma linha do tempo ocupou a turma toda por três ou quatro encontros. O restante do bimestre segue com atividades mais curtas e termina com um filme. Nenhuma matéria no quadro, mas bastante coisa para se fazer em cada aula. A ideia central foi a de consolidar o entendimento das fases principais da história, em conexão com as fases do pensamento filosófico.   O probl...

Como ensino filosofia # 38 - Aula sem matéria - 1o ano

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  Na primeira tentativa a incerteza foi grande, mas consegui chegar ao final de um bimestre sem nenhuma matéria no quadro para copiar e sem provas no estilo tradicional. Hoje percebo que minha proposta de aula sem matéria se apoiou em três elementos: -atividades variadas a cada encontro - a presença constante do conteúdo filosófico como pano de fundo. - ênfase no trabalho de registro de aulas no caderno, por parte dos alunos.    Conforme prometido, segue o link para o acesso a esta programação do primeiro bimestre sem matéria para primeiro ano do ensino médio:  https://drive.google.com/file/d/1w8UBh392eYhIadU_IYuYdW8Mji81zSE4/view?usp=sharing   Como tentei mostrar no vídeo, foi importante dedicar uma boa parte do primeiro encontro para “vender” a proposta. Ou seja, mostrar aos alunos que além de uma experiência diferente das outras aulas, aquilo poderia realmente ajudá-los a aprender a estudar e a escrever melhor. Pude sentir que alguns rea...